CDA do Grupo Engenho completa 12 anos e movimenta bastidores da gastronomia em Manaus

Estrutura concentra processos que vão da importação à distribuição de produtos para o comércio local

Antes de chegar às prateleiras de lojas ou às mesas de restaurantes em Manaus, uma parte importante dos produtos consumidos na cidade passa por um mesmo caminho. É nos bastidores, longe do olhar do público, que o Centro de Desenvolvimento, Distribuição e Administração (CDA) do Grupo Engenho atua há 12 anos como uma das bases que sustentam a operação do setor gastronômico local.

Para o sócio-diretor do grupo, Sidnei Dutra, a criação do centro marcou um ponto de virada na forma de pensar o negócio. Mais do que um centro de apoio, o espaço, que na terça-feira (17/03) completou seu 12º aniversário, é considerado o “coração do negócio”. É nele que estão reunidas áreas estratégicas em uma estrutura que sustenta desde a importação de produtos até a entrega final ao mercado local.

“O CDA nasceu do sonho de fazer melhor, de profissionalizar. Em determinado momento, a gente entendeu que não bastava saber cozinhar, atender ou vender. Era preciso dar um passo além, criar uma estrutura forte, organizada, capaz de sustentar o crescimento e atravessar momentos difíceis, que fazem parte de qualquer negócio”, afirmou Dutra.

Atualmente, o CDA conta com uma estrutura de quase 2 mil metros quadrados e capacidade para armazenar mais de 200 toneladas de produtos secos e cerca de 75 toneladas de itens resfriados, além de frota própria de veículos refrigerados. Tudo isso ajuda a garantir o abastecimento em uma região onde a logística, por si só, já é um desafio.

“A gente vive um cenário logístico desafiador o tempo inteiro. Já enfrentamos períodos de seca severa, dificuldades de abastecimento e mudanças no mercado. Por isso, a principal palavra para a gente é planejamento. É pensar lá na frente, entender como o mercado pode reagir e aprender com o que já aconteceu para fazer melhor no ano seguinte”, explicou Sidnei Dutra.

Mesmo com mais de uma década de atuação, o Grupo Engenho mantém uma cultura voltada para a evolução constante. Segundo o sócio-fundador do grupo, Rogério Perdiz, o foco não está no que já foi conquistado, mas no que ainda pode ser aprimorado.

“Para mim, sempre há muito mais a realizar do que já foi feito. Não é sobre olhar para trás e se acomodar. A gente reconhece o que construiu, mas entende que há muita coisa para melhorar. E isso passa por tudo: processos, pessoas, produtos, estrutura. É um movimento constante”, destacou Perdiz.

Ele ressaltou que essa mentalidade faz parte do propósito do grupo e se reflete na forma como a empresa enfrenta os desafios do dia a dia. Na manhã desta terça-feira, diretores, colaboradores e fornecedores se reuniram para um café especial em celebração às conquistas diárias, frutos de um trabalho construído por muitas mãos todos os dias ao longo de mais de uma década.

“A gente nunca se dá por satisfeito. Não é uma questão de insatisfação no sentido negativo, mas de vontade de fazer melhor. De superar expectativas, dificuldades, obstáculos. Esse é o caminho que a gente escolheu seguir”, destacou Rogério Perdiz.

Além de sustentar a operação interna, o CDA também influencia o mercado gastronômico de Manaus ao centralizar a importação e distribuição de produtos como vinhos, azeites e bacalhau, principalmente de países europeus, além de itens de fabricação própria. A estrutura funciona como elo entre fornecedores e o comércio local, contribuindo para ampliar e diversificar a oferta disponível na cidade.

“A gente acredita que o crescimento não é individual. Quando o setor evolui, todo mundo cresce junto. E é isso que a gente busca: contribuir de alguma forma para um mercado mais estruturado”, completou Rogério.

Com 12 anos de atuação, o CDA do Grupo Engenho se mantém como uma estrutura importante por trás do funcionamento de bares, restaurantes e redes varejistas da capital. É ali que o trabalho conecta planejamento, inovação e logística a produtos como bacalhau, azeites, vinhos, pimentas e bebidas próprias, como a jambucana, que chegam diariamente à mesa da população de Manaus.

Gostou? Compartilhe